Livro Digital

Pedro Paixão disponibiliza, no seu site o livro "A Cidade Depois":

http://www.pedropaixao.net/index2.html

É por aqui!

Literatura digital

Hoje no jornal Público, por Isabel Coutinho:


É num hotel chique, o Hessischer Hof, que fica mesmo em frente ao recinto onde decorre a Feira do Livro de Frankfurt, que a Google está a ter encontros com editores e jornalistas. O grupo norte-americano, que tem um projecto de digitalização, edição e comercialização de livros, aposta agora na Europa.

Luis Collado, que trabalha no escritório da Google em Madrid, recebeu o P2 com petit gâteau e café no Spigel Salon, o salão onde a Google se sediou em Frankfurt por estes dias. Aquele que é o responsável do Google Books (em português Google Livros), e que tem conduzido todos os contactos com os editores portugueses, falou com entusiasmo do que vieram anunciar nesta edição da feira: a Google Editions.

No próximo ano, em todo mundo, a Google espera mudar a maneira como compramos e lemos livros através do novo conceito de cloud publishing. Os livros em edição da Google passam a ser publicados e armazenados algures na Internet, numa "nuvem" de computadores, e depois quem os compra pode andar a lê-los em qualquer lado e em qualquer dispositivo com a ajuda de uma ligação à Internet.

"Os leitores comprarão à Google Editions o acesso online ao livro", explica Luis Collado. "O livro estará sempre nos servidores da Google e este acesso online significa que a partir de qualquer dispositivo electrónico com uma ligação à Internet as pessoas vão poder ler os livros." Esses dispositivos podem ser um computador, um ecrã de televisão com uma ligação à Internet, um e-reader, isto é, um leitor de livros electrónicos que tenha uma ligação aberta à Internet (a próxima geração destes aparelhos), ou ainda um telemóvel.

É um modelo mais aberto do que os até agora existentes (por exemplo, a leitura através do Kindle, da Amazon, ou do Reader, da Sony), porque não depende nem de um formato, nem de uma tecnologia. "Na Google queremos que cada leitor possa eleger o formato em que quer ler livros. Antigamente um leitor só podia ler livros em papel. Nos próximos dois anos um leitor poderá ler livros em papel, num e-reader ou poderá ler livros que estão na nuvem, nacloud. São mais possibilidades para que mais leitores possam descobrir, conhecer e aceder aos livros. É positivo para todos."

"Imagine as possibilidades", continua Luis Collado. "Você está no escritório, com o computador ligado à Internet e compra o livro. Vai para uma estação de metro em Lisboa, tem um iPhone com ligação 3G à Internet e tem lá também o livro. Entra no metro, desliga a ligação à Internet, mas continua a ter o seu livro. Regressa a casa liga a televisão com Internet e lá está o livro. O leitor não necessitará de ter um dispositivo só para ler livros. A nossa ideia é que a Internet funcione como o espaço comum para tudo, o resto é tecnologia", acrescenta.

"Qualquer livreiro que tenha uma livraria online vai poder vender essas Google Editions. É um sistema aberto a todos", revela Luis Collado. O pagamento será feito através do Google Checkout, um serviço da Google que permite fazer compras online utilizando o cartão de crédito. E qualquer editor - pequeno ou grande - associado à Google Editions vai poder colocar online os seus livros em formato digital. Depois a empresa norte-americana ficará com a responsabilidade de os adaptar aos dispositivos onde vão ser lidos. Será a Google a lidar com os problemas técnicos de enquadrar a leitura num ecrã de telemóvel ou numa televisão.

"Os livros que estamos a pensar vender são os livros que temos vindo a digitalizar depois dos acordos que assinámos com os editores. Estes têm que ter os direitos digitais dos livros para que possam ser vendidos na Internet e o preço dos livros será estabelecido por eles. Ainda está a ser decidido, mas é certo que a maioria dos lucros das vendas irá para os editores (63 por cento para os editores, 37 por cento para o Google)", explica.

Opções na Europa

Em Portugal, a Google está em conversações com os titulares de direitos, autores e editores para chegar a acordo com eles e digitalizar os livros e colocá-los na Internet, "uma grande janela para a promoção do livro através das novas tecnologias". Já chegou a acordo com a editora Leya, com a Princípia e com a Universidade de Coimbra. "Estamos a começar a falar com outros editores importantes em Portugal. No próximo ano temos a intenção de fazer um evento em Lisboa para apresentar a Google Livros a todo o mercado português."

Os editores, afirma Collado, têm "todo o controlo" sobre os livros que estão na Google Books. São eles que decidem qual o número de páginas que podem ser visualizadas, os países onde o livro vai estar visível. Podem decidir como querem utilizar o Google Books, se como uma ferramenta de promoção ou, no futuro, como uma ferramenta comercial.

Nesta conversa Luis Collado enfatizou que a situação do Google na Europa é diferente da dos Estados Unidos. "Na Europa só estamos a digitalizar livros que estão em domínio público ou aqueles com que já chegámos a acordo com os editores", explica.

Mas nos Estados Unidos a Google, além de estar a fazer o mesmo que está a fazer na Europa, está a digitalizar também aqueles livros com direitos mas que se encontram esgotados, descatalogados, órfãos, incluindo-os dentro do conceito jurídico de fair use. Um conceito que permite usar um produto interessante para a sociedade que o proprietário não está a usar, não está a vender, mas que outra entidade pode oferecer sem utilização comercial. Uma ideia que deixou editores e autores europeus revoltados, porque dentro deste grupo de obras podem existir algumas que não são americanas. Collado confirma. “Podem ali encontrar-se livros de autores europeus não necessariamente escritos em língua inglesa. Mas esses livros só estão visíveis online nos EUA. Embora este acordo tenha sido feito com os autores e editores americanos, o juiz americano considerou que funcionaria para qualquer titular dos direitos."

Os europeus contestaram. Os franceses tentaram que a Google pagasse uma multa em França por violação de direito de autor (não conseguiram) e a Associação de Editores e Livreiros da Alemanha pediu à Comissão Europeia que escrutinasse o projecto. Para agravar as coisas foram acusados de monopólio e o acordo Book Rights Registy que foi feito entre a Google e os editores e autores para os Estados Unidos está agora pendente de uma decisão judicial. Um juiz deu como prazo o passado dia 7 de Outubro para que qualquer entidade desse a sua opinião sobre esse assunto. Receberam 400 pareceres sobre o acordo, "muitos positivos, outros negativos", diz Luis Collado, e por isso editores e autores pediram ao juiz que alargasse o prazo para que tivessem mais tempo para fazer uma revisão do acordo. "A Google não colocou nenhum problema e agora todos vão melhorar o acordo até 9 de Novembro.

A Microsoft, a Amazon, a Yahoo deram também a sua opinião sobre o acordo. Diziam que a Google Livros podia ser um monopólio para os livros na Internet. São opiniões respeitáveis. Mas o que é irónico é que a Microsoft também tinha um projecto de digitalização de livros e a Amazon tem um projecto de digitalização de livros."

A Comissão Europeia está agora a analisar o acordo que foi feito entre a Google e os editores e autores nos Estados Unidos para ver quais as possibilidades de se fazer um acordo similar na Europa, adianta Luis Collado. Para que essas edições que têm direitos mas não estão disponíveis aos cidadãos (por estarem esgotadas, etc.) possam ser disponibilizadas na Internet.

"Mas para que isto aconteça será necessário mudar as leis europeias de propriedade intelectual e de direito de autor. Na Europa o debate ainda está no início", conclui Luis Collado

Thinking Digitally

http://www.learningplace.com.au/deliver/content.asp?pid=38762


Social Networking: Learning Theory in Action

http://campustechnology.com/articles/2008/05/social-networking-learning-theory-in-action.aspx



50 Ways to Help the Planet

50 Ways to Help the Planet

Posted using ShareThis

Biblioteca de Livros Digitais
















Esta é uma iniciativa muito boa para a população mais pequena. Parabéns a quem de direito!
Podem ler as histórias ou ouvi-las e, no final, comentar.

Podem aceder atrvés do link:
ou clicando na imagem.

Até breve!

New How-to Twine Video Tutorials


Introduction to Twine from Twine Official on Vimeo.

Blogues em RVCC (B3)








Mais exercícios de escrita colaborativa feita com um grupo de RVCC.

Manifesta que mesmo com formações muito pequenas é possível utilizar blogues que ajudam a demonstrar competências de escrita.

É de salientar que nestes grupos a parte da publicidade tem sido muito criativa.


Link:http://cnovizela1619.blogspot.com/



Estação Vizela









No âmbito de um trabalho sobre Comunicação, foi efectuada uma entrevista a uma profissional da rádio (jornalista), tendo o seu guião sido preparado nas aulas de CLC e posteriormente passado para MP3 e agregado ao blogue para posterior audição.

Este blogue incorpora também um inquérito online, facto que tem motivado uma maior interacção. Os dados serão posteriormente tratados com a ajuda dos formadores de STC.


Link: http://estacaovizela.blogspot.com/2008/10/entrevista-com-jornalista-liliana-costa_22.html


Dou-te os meus olhos... negros!!!



Este trabalho baseado no filme "Te doy mis ojos" (Dou-te os meus Olhos) de Icíar Bollaín (Espanha, 2003) foi efectuado por uma turma EFA B3, que pretendia, à maneira de Gil Vicente, rir dos próprios defeitos. Neste sentido criou um guião, num exercício de escrita colaborativa que contou com a ajuda do e-mail e do Google Docs, bem como da visualização do Auto da Índia, também, incorporado no blogue da turma.

Ver aqui.

e-Learning day 08





O CNO da Escola Secundária de Caldas de Vizela foi convidado a partilhar a sua experiência de utilização de ferramentas WEB 2.0 na Educação e Formação de Adultos.

Neste sentido, partindo da intenção primordial de desenvolver e demonstrar competências TIC rapidamente nos apercebemos que se conseguiam potenciar as competências de outras áreas (MV, CE, LC, STC, CLC), para além da reflexão e responsabilidade de publicar material.

Dos vários suportes utilizados (e-mail, rss, redes sociais...) foi o blogue que melhor respondeu às necessidades mais imediatas pois é de fácil utilizaçãp, agrega elementos multimédia, é gratuito. Para além disto tem uma organização que se aproxima do portefólio, podendo ser cronológica ou temática.
A interacção que permite bem como a facilidade e riqueza comunicativa são outros argumentos a ter em conta.
Mas é a oportunidade de ser autor e a responsabilidade que isso gera juntamente com a criação de um espaço de interesses e o sentimento de pertencer a um grupo que mais significado tem, como afirma o professor Jarbas Barato.

Clique na imagem para ver o Blogue do evento.

ICT 2008 event




The next ten years will see major transformations in the technological, industrial and business landscapes surrounding information and communication technologies, or "ICT". ICT 2008 will set the agenda for ICT research and innovation in Europe during this crucial decade.

The event will host leading visionaries from academia and industry and will address topics as diverse as Europe's role in shaping the future internet, ICT's contribution to advancing the sustainability agenda and alternative research paths for future ICT components and systems.


Mais informação aqui:

CaldasMoodle'08






Parabéns pelo segundo evento!

Para ver, clique em: Um painel a rever...

Interessante...




Clique na imagem.

WIZiQ

Public sessions are live web seminars by expert teachers on a variety of educational topics. Synchronous interaction with the teacher in live online discussions on WiZiQ can be very useful for learning; the recordings are always available for review as an asynchronous learning option.
***
Esta ferramenta parece ser interessante, especialmente pelo facto de permitir a sua utilização nas plataformas Moodle. Permite, ainda, gravar sessões para posterior utilização e tem questionário pré-formatados...
Está cá para testar e, se for eficaz, poderá significar uma forma interessante de rentabilizar as plataformas de EaD existentes nas escolas.
Digam de vossa justiça!
Mais informação em: http://www.wiziq.com/

Making the Semantic Web Accessible to the Casual User

http://www.youtube.com/watch?v=ZM5zGJl9w9c

Escolas e empresas devem adaptar-se à Geração Y

01-07-2008 00:00:00
As salas de aulas e as empresas têm de ajustar as suas formas de
funcionamento às características da chamada Geração Y, que corresponde
aos indivíduos nascidos entre a década de oitenta e o ano 2000.
Passam a grande maioria do seu tempo ligados à Internet, e estão
habituados a funcionar com diversos dispositivos electrónicos
simultaneamente. Estas características reflectem-se na forma como
aprendem e como vão trabalhar no futuro, o que significa que a
educação e as empresas devem adaptar a sua forma de funcionar a esta
geração, segundo o estudo "Technologies to reach the thum generation"
da Basex, uma empresa de consultadoria. A Geração Y, ou seja os jovens
de hoje em dia, vivem constantemente em contacto com a tecnologia,
conseguindo por isso aceder a informação de forma muito mais rápida do
que as gerações anteriores. As salas de aula devem, como tal, alterar
o seu cariz de local de acesso a informação por excelência, caso
contrário não conseguirão capitalizar as potencialidades dos jovens,
nem endereçar as suas necessidades, segundo o estudo.
O estudo da consultora considera que as salas de aula devem, o quanto
antes, estar equipadas com ferramentas e sistemas tecnológicos, que
possam ser redes de armazenamento e consulta interactiva de informação
tratada. O modelo de funcionamento das aulas deverá assim ser baseado
em dispositivos que os alunos dominam e nos quais confiam,
permitindo-lhes ter um papel mais activo no seu processo de
aprendizagem.
O mesmo deve acontecer às empresas. Dentro de três ou cinco anos, a
Geração Y vai entrar no mercado de trabalho e vai exigir uma forma de
funcionar mais aberta, baseada na constante conexão e na
interactividade, considerou Jonathan Spira, CEO da Basex.
"As empresas precisam de se educar para retirar todo o partido das
potencialidades da Geração Y quando esta chegar ao mercado de
trabalho. Esse processo passa pela formação dos seus funcionários no
que diz respeito à utilização correcta da tecnologia e às questões de
segurança", disse Spira.

Twine

Twine is a new service that helps you organize, share and discover information around your interests, with networks of like-minded people. You can use Twine individually, with friends, or with groups, teams and communities.


Powered by semantic understanding, Twine automatically organizes information, learns about interests and makes recommendations. The more you use Twine, the better it gets to know you and the more useful it becomes.

in http://www.twine.com/tour/overview

The Semantic Web

As Tim Berners-Lee and others have described it, the Semantic Web creates a web of data that allows computers to find, extract, share, re-use information, and potentially even reason with it. Semantic content can be embedded in web pages, published from databases, and gathered into online repositories. Most important, semantic data itself contains “meta-information” so that other services are able to make sense of it. For example, the Semantic Web uses markup not only to indicate how something should be rendered, but also to express content (e.g. the authorship, title, and date of an article).

The Semantic Web is the next step in the evolution of the Internet.

in http://www.twine.com/tour/semantic

UAb: EDEN 2008

A Universidade Aberta (UAb) organiza a conferência anual da EDEN (uma das maiores redes mundiais de educação a distância e e-learning, European Distance and E-Learning Network) nos próximos dias 11 a 14 de Junho.

Intitulada “New Learning Cultures. How do we learn? Where do we learn?”, a conferência apresentará os seguintes temas:

E-learning, literacia digital e e-inclusion;
Rompendo com as barreiras sectoriais;
Contextualização cultural, adaptação às TIC e e-learning;
Padrões, avaliação e benchmarking;
Bibliotecas abertas para um mundo mais acessível;
E-learning, e-working e e-living;
Aprendizagem, e-governo e cidadania;
Estilos de aprendizagem, identidades e aprendizagem ao longo da vida;
Pedagogia digital e factores de sucesso no ambiente de aprendizagem intercultural.

As inscrições online para a Conferência terminam no dia 4 de Junho.
Para saber informações mais pormenorizadas, aceda ao site do evento, em http://www.eden-online.org/eden.php.


TIC e LC



Hoje partilho mais um exemplo que creio ter sido importante para os formandos que acompanho na Educação e Formação de Adultos: realizámos uma curtíssima metragem realcionada com o tema que estavam a trabalhar, a Violência Doméstica.
O título é "Dou-te os meus olhos... negros!" e, em tom humorístico, pretende chamar a atenção para alguns aspectos muito comuns na nossa cultura, mas sem perder o respeito que este drama nos desperta.
O guião surgiu de forma colaborativa, mas em diferentes grupos que posteriormente compilaram as suas ideias num documento de partilha do Google Docs e ajustaram a versão final. Este trabalho foi muito rico, quer em termos de mobilização de competências de Linguagem e Comunicação, quer em relação às competências de TIC, quer em termos de partilha de trabalho e ideias.
Concluído o guião começou a surgir o filme, entre cortes, caracterização, takes, cenário, adereços, montagem e edição... só possível com a colaboração de todos.

Novos desafios

Nestes slides destaco a essencialmente o conceito de Ensino a Distância 3ª Geração, numa concepção mais dinâmica, com mais recursos web e, por isso, mais diversificada.
Este facto exige, porém, uma nova postura dos responsáveis pela formação que, apesar de ser menos instrutiva (no sentido mais tradicional), não é mais fácil de executar, pois obriga a manipular conceitos tecnológicos, que evoluem constantemente, e a gerir uma quantidade de informação considerável.

É Hora!

Este clip, publicado por Vitorino Seixas no Blog da Formação, não podia vir mais a propósito, está na hora de reflectir sobre a nossa prática pedagógica e, modificando as nossas práticas e metodologias, passar a actuar em conformidade com as exigências da Sociedade de Informação e Comunicação (SIC).

TIC em Linguagem e Comunicação

Aproveitando a dica do Professor Jarbas, resolvi testar um exercício muito simples.

Os adultos do Grupo 19 de RVCC, no decorrer de uma sessão de formação complementar, foram desafiados a desenvolver uma pequena ideia no processador de texto dos seus PC's.
Alguns minutos depois, e para surpresa de todos, foram convidados a trocar de PC e a continuar o texto que encontravam no PC para onde se deslocavam. Após o espanto inicial, começaram a concentrar-se nas ideias que encontraram e a desenvolvê-las.
Alguns momentos depois, voltaram a trocar de lugares e retomaram as ideias encontradas.
No final todos os trabalhos foram guardados para se corrigirem e editarem no blogue do Grupo.
Os textos produzidos não foram muito grandes, pois o tempo também não foi muito, mas os adultos ficaram bastante satisfeitos com a actividade pelo desafio de criatividade, pela dinâmica e pela curiosodade que gerou.

2008-04-28_0147
Grupo 19 RVCC-CNOVizela em LC: momento de troca de PC.

Exemplo de um trabalho:

Aprender a aprender...

Como diz o ditado “sempre a aprender e morre-se sem saber”.

Como exemplo, lembro-me de na minha infância não ter brinquedos com facilidade, o que me levava a construir os meus próprios brinquedos.

Uma altura construi um carro com várias peças de brinquedos danificados.

No princípio não gostava muito da ideia de não ter brinquedos, mas como não tinha nada com que brincar, acabei por ter eu que os construir.

Hoje em dia os nossos filhos não necessitam de usar esta criatividade nos seus brinquedos mas nas novas tecnologias.
É preciso usar a criatividade e a imaginação e mesmo sabendo que o nosso professor nunca nos pode dar vinte porque nós nunca sabemos tudo.
Grupo 19

The machine is Us/ing US

Hoje tropecei num vídeo muito interessante que abre perspectivas de reflexão importantes sobre o impacto da tecnologia da Internet nas nossas vidas. O autor, Michael Wesh, desenvolve um projecto de "Etnografia Digital" - explorando o impacto da tecnologia digital na interacção humana e a interacção humana na tecnologia digital.

Tecnologia sem educação

Tomei a liberdade de copiar o post de Vitorino Seixas no Blog da Formação para reflexão:

"Na entrevista “El poder tiene miedo de Internet”, Manuel Castells afirma que o mais importante não é o acesso à Internet mas sim o acesso ao trabalho e à carreira profissional.

P. Si Internet es tan determinante de la vida social y económica, ¿su acceso puede ser el principal factor de exclusión?

R. No, el más importante seguirá siendo el acceso al trabajo y a la carrera profesional, y antes el nivel educativo, porque, sin educación, la tecnología no sirve para nada. En España, la llamada brecha digital es por cuestión de edad. Los datos están muy claros: entre los mayores de 55 años, sólo el 9% son usuarios de Internet, pero entre los menores de 25 años, son el 90%.

P. ¿Es, pues, sólo una cuestión de tiempo?

R. Cuando mi generación haya desaparecido, no habrá brecha digital en el acceso. Ahora bien, en la sociedad de Internet, lo complicado no es saber navegar, sino saber dónde ir, dónde buscar lo que se quiere encontrar y qué hacer con lo que se encuentra. Y esto requiere educación. En realidad, Internet amplifica la más vieja brecha social de la historia, que es el nivel de educación. Que un 55% de los adultos no haya completado en España la educación secundaria, ésa es la verdadera brecha digital."

Temos, como educadores, de assumir duas nobres tarefas:

A primeira relaciona-se com a educação de adultos, cativando e motivando os adultos para diminuir o fosso que existe com as gerações mais novas;

A segunda é educar as gerações mais novas para que saibam o que fazer com a tecnologia (e connosco).

Plano Tecnológico de Educação

Jorge Lima diz, no Correio da Educação:

"A modernização tecnológica da escola é um grande desafio para Portugal, que exige, em primeiro lugar, a adopção de uma estratégia nacional com linhas orientadoras, com metas e objectivos muito precisos, em segundo lugar, um plano de acção que defina com clareza as medidas e os meios necessários à prossecução daqueles objectivos, e, em terceiro lugar, uma intervenção articulada e coordenada de todos os agentes envolvidos na execução e acompanhamento destas medidas."

Destaco alguns objectivos (Conteúdo) do Plano Tecnológico de Educação citados no artigo:
"- Promover a produção, a distribuição e a utilização de conteúdos informáticos nos métodos de ensino e aprendizagem (p. ex., exercícios, manuais escolares, sebenta electrónica, etc.).
- Encorajar o desenvolvimento do portefólio digital de alunos.
- Complementar o ensino tradicional e promover novas práticas de ensino.
- Minimizar a info-exclusão, disponibilizando conteúdos e ferramentas que tornem viável o ensino à distância.
- Desenvolver a articulação entre a escola e o mercado de trabalho (p. ex., integrando funcionalidades como bolsas de emprego)."

Claro que ao nível da Educação e Formação de Adultos reveste-se de maior importância todo o trabalho de desenvolvimentos de competências de utilização das TIC.

Deste modo destaco, ainda, alguns objectivos de Formação do mesmo Plano:
"- Promover a utilização das TIC nos processos de ensino e aprendizagem e na gestão administrativa da escola.
(...)
- Promover a utilização pedagógica das TIC.
(...)
- Diminuir assimetrias entre escolas, promovendo o acesso a TIC de agentes e escolas com menos recursos financeiros."

E termina:
"Os meios estão lançados, as naus aparelhadas, só precisamos de sair da calmaria dos nossos portos seguros para enfrentar todas as incertezas, passando bem ao largo dos baixios das nossas reais e compreensíveis resistências à mudança…"

Obrigado Jorge Lima!

LVila

(Link para texto integral)

Escola do Futuro

Uma colaboradora da rede social Ning, partilhou
aqui
um interessante texto sobre a escola do futuro, levantando algumas questões que, em termos de formação de adultos me deixam preocupado. É o caso do teletrabalho, a cidadania digital, as comunidades de prática, etc. Ou seja, tudo aquilo que contribui para o fosso de gerações, fazendo do "analfabetismo digital" uma realidade dramática, uma vez que todo o esforço me parece pouco para que os adultos acompanhem a evolução tecnológica.

LVila

Novas Oportunidades para gerir mudanças

No sentido de clarificar algumas possibilidades de utilização de portefólios digitais e Ambientes Virtuais no contexto do Reconhecimento e Validação de Competências, Fernando Albuquerque Costa, docente da Universidade de Lisboa, partilha agora de forma mais alargada aquilo que tinha apresentado no encontro de Pombal, valorizando o potencial da Internet (Web 2.0) na criação de oportunidades de aprendizagem alternativa.
Para visualizar clique aqui.

Conceito de WEB2.0

mittendo

Representação gráfica da evolução da WEB. (webilus.com)

Web 2.0

Simples, rápido e sem custos...

O conceito Web 2.0 ilustra a substituição do termo de web de leitura, pelo termo web de leitura/escrita.

A web de leitura/escrita disponibiliza muitas ferramentas de utilização simples, permitindo a publicação na Internet sem ser necessário dominar aspectos técnicos complexos da área da Informática.

O exemplo mais comum de utilização destas ferramentas são os blogues - que foram rapidamente aproveitados para ensaiar experiências no campo da educação - e outras aplicações complementares novas que, de forma automática, facilitam este processo de edição de informação (Slideshare, Scribd, YouTube, RSS...).

Estas aplicações possibilitam, ainda, a consulta da informação editada sem estar sujeita a um determinado momento nem a um determinado espaço, potenciando desta forma uma interactividade mais reflectida e ponderada.

"Wherever, Whenever, Whatever" é a nova perspectiva da WWW!




Imagem de pro.corbis.com

Formação ao Longo da Vida

A sensibilização feita , nos processos de RVCC, no sentido de alertar para a necessidade constante de actualização dos saberes e competências, aliada à dotação da população com equipamentos tecnológicos será um caminho interessante a percorrer.

Não basta haver mais máquinas por pessoa, é necessário promover a sua utilização, especialmente quando falamos da população adulta activa, muitas vezes desempregada e com vontade de se requalificar.

O milagre tecnológico que resolva os problemas educativos não existe, mas é de grande mérito toda a adequação que é feita das TIC no ensino, uma vez que, não sendo solução para tudo, tem a capacidade de promover muitas outras competências de áreas disciplinares distintas, diminuindo o fosso de competências digitais entre as diversas gerações.

A publicação de conteúdos

Blogs in Plain English



Este pequeno clip explora uma das vertentes mais significativas da utilização dos blogues. A capacidade de publicar conteúdos como se se tratasse de um jornal personalizado.

Esta nova forma de editar a informação remete-nos para a necessidade de o fazer com rigor, devendo o formando ter particular cuidado com a linguagem utilizada, com a correcção linguística e com a adequação próprios temas abordados.

A fundamentação das suas opiniões deve, também, ser sólida, tendo o cuidado de, sempre que seja oportuno, citar as fontes.

Neste sentido, a experiência mostra-nos que os formandos do nível secundário estão mais sensibilizados para estas questões (n)éticas e formais, aconselhando-se, por esta razão, a elaboração de blogues de grupo (turma) no nível básico.

Coesão Social e Digital

Fonte: http://www.slideshare.net/GrahamAttwell

A coesão social, potenciada pelo alargamento das competências digitais na população adulta activa do nosso país, é a maior virtude da exploração dos referenciais através das TIC (e-learning, blogues, comunidades de aprendizagem...).

A apresentação revela, ainda, o facto de haver pouca preocupação, por parte das entidades patronais, relativamente à actualização de conhecimentos dos seus funcionários, desconhecendo-se, na maior parte dos casos as potencialidades do e-learning.

Os computadores são usados para inúmeras tarefas, mas não se dá valor à aprendizagem informal levada a cabo utilizando a Internet, por exemplo, para resolver problemas motivados pelo interesse pessoal e, muitas vezes, partilhados por outras pessoas, desenvolvendo ainda mais a coesão social.

Os processos de RVCC reconhecem essas aprendizagens informais, podendo, através da utilização das TIC, valorizar e potenciar essas competências, especialmente com a utilização de aplicações de software social e desenvolvendo comunidades de prática.

Multimédia

Uma das maiores vantagens da utilização dos blogues é o facto de permitir a integração de elementos multimédia com uma facilidade extrema, valorizando e enriquecendo a produção feita neste formato.



Deixo aqui este exemplo de inclusão de videos do YouTube. É rápido e muito simples, basta fazer uma "busca" temática, visualizar e copiar o "embed code" para o local onde queremos reproduzi-lo.

Da mesma forma se podem integrar documentos word, excel, pdf, powerpoint, fotografias e música recorrendo, por exemplo, a:
http://www.scribd.com/,
http://www.slideshare.net/,
http://www.flickr.com/,
http://www.lastfm.com.br/, entre outros, permitindo uma gama de recurso bastante diversificada.

Opiniões sobre e-Learning

Imagem de pro.corbis.com

A resistência à mudança, por vezes, tem fundamentos significativos como os que são referidos pelos docentes de áreas artísticas e das línguas no domínio da oralidade.

Este facto vem justificar a impossibilidade de substituir o docente em momentos determinados da formação, podendo-se concluir que as TIC devem, sempre que possível, ser um complemento da formação presencial (b-Learning).

No entanto, seria uma pena abdicar das potencialidades que as novas tecnologias têm oferecido à educação.

Apoio ao e-Learning

A utilização dos blogues como um recurso de apoio a outras formas de formação, especialmente o e-Learning, parece ser uma ideia interessante ao permitir uma liberdade maior e mais facilidade na publicação e armazenamento de conteúdos multimédia.

Para além deste facto, permite mostrar, de forma simples, alguns aspectos que, por norma, estão fechados nas plataformas, revelando a outras pessoas, exteriores ao processo de formação, aspectos significativos da aprendizagem dos formandos e potenciando novas abordagens.

(Ver conferência online em e-Learning Lisboa, Mark Rosenthal)

Reinventing Seymour Papert